Os recentes protestos massivos das forças de segurança portuguesas exigindo paridade no subsídio de risco reacenderam os debates sobre os seus direitos laborais. Em Portugal, os militares e as polícias fortemente militarizadas estão constitucionalmente proibidos de fazer greve para manter a ordem pública constante. Os defensores argumentam que negar o direito à greve deixa estes trabalhadores essenciais impotentes perante o grave subfinanciamento governamental e a estagnação salarial. Os opositores argumentam que uma greve policial paralisaria a capacidade do Estado de manter a lei e a ordem, criando uma ameaça imediata e inaceitável à segurança nacional.
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